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Edwina Dumm Cartoonista de um século

1893 – Nasce em Ohio.
Aprende ilustração com o curso de ilustração da Landon School of illustrating and cartooning
1915 – inicia-se no Jornal Daily Monitor para realizar caricaturas politicas


1918 – Sai o primeiro seu comic que foi um sucesso constante durante toda a sua carreira, Cap Stubbs and Tippie

1919 a 1960 – Desde 1918 o sucesso de Tippie é crescente o de Cap Stubbs nem tanto. O Tippie passa a ser o personagem principal.

1960 -Neste ano é publicado um livro dedicado a Tippie mas com o nome de Sinbad.
O seu comic torna-se presença habitual nas revistas como a Life e London Tatler

1931 a 1969 – não achei o registo da publicação do livro, mas devido a existir várias edições parece-me que é publicado desde 1931. E teve algumas modificações nas ilustrações também feito pela Edwina em publicações posteriores. Livro de poesia do seu irmão.

1966 – Reformou-se com 73 anos, mas continuou a pintar e a desenhar. Tinha como passatempo ir desenhar pessoas no metro ou em cafés que frequentava.

1978 – É a primeira mulher a receber o prémio Gold Key Award da (Sociedade Nacional de Cartoonistas) National Cartoonists Society.

Morre aos 97 anos em abril de 1990

Edwina Dumm é uma verdadeira inspiração. Por isso vou dar mais um bocadinho de tempo a ela. E vou inspirar-me no seu trabalho para…no próximo sábado eu exponho o resultado da inspiração.
Sim já é tarde …por isso nada mais por hoje digo. ..e tem uma boa semana!


fonte da informação:

Edwina Dumm: Digital Exhibit | Biography (osu.edu)

Edwina Dumm – Lambiek Comiclopedia

A rainha do Comics – Resumo de Obra e vida de Nell Brinkley

Olá

E é sábado! Este com Nell Brinkley.

1886 ou 1888 a 1905Nasce .Cedo decidiu que queria fazer carreira nas artes. Não termina a escola . E não achei referencia ou confirmação do seu ensino artistico.
1906 a 1914Em 1906 ilustra a capa de um livro para crianças da autora A.U.Mayfield. E consegue uma posição de ilustradora no jornal de Denver Post e Rocky Mountains News

Nas imagens de 1914 the Hony-moon, the wordless Story
1907 a 1918As suas ilustrações são notadas pelo o magnata William Randolph Hearst Sr. e este convida para colaborar com Hearst comunication.
Brinkley escreve e desenha para New York Journal,The American Weekly, Cosmopolitan, New York Evening Journal, Harper’s entre outros.
1908 As raparigas da Brinkley, modernas e citadinas, empregadas, criaram sensação entre o publico da época e depressa a publicidade aderiu ás sua miúdas de estilo moderno de cabelo ondulado.
As lojas Bloomingdales usam o sucesso das raparigas da Brinkley para fazerem publicidade chegando a criar o dia da Nell Brinkley. Por sua vez a audiência feminina procurava copiar os penteados desenhados pela Brinkley.
A companhia Ziegfeld Follies também decidiu inspirar-se nas raparigas de Brinkley. Elaborou espetáculos em redor desse tema e musicas.
1918 a 1937Casou-se em 1920 e divorciou-se em 1936. Desse casamento teve um filho.
Brinkley pouco a pouco afasta-se dos jornais e o seu trabalho surge mais nos suplementos de comics.
É neste espaço que nasce:

.Serie Golden Eyes. Uma enfermeira faz o percurso do seu namorado. Bill destacado para Europa na primeira guerra mundial.

.Serie Betty e Billy Their love throught the ages. (inicia-se em 1908) Uma relação amorosa de um homem e uma mulher que relembram as suas vidas passadas com ajuda de uma bola de cristal.

.The adventures of Prudence Prim. Não foi escrito por Brinkley, somente ilustrado.

.The fortunes on flossie, Brinkley somente ilustra.

.Romance of Gloriette

.Katheleen and the great secret.

.Heroines of Today

As suas heroínas escritas e ilustradas, Brinkley defende e promove a igualdade dos géneros na vida e nas escolhas de trabalho. Nas suas histórias encontramos heroínas detetives, enfermeiras, pilotos de avião. Heroínas que para altura abria fissuras na mentalidade da época. Esta posição de Brinkley irá inspirar futuras ilustradoras de comics como Dale Messick, Marty Links e Hilda Terry.
1937 a 1944Em 1937 reduz a quantidade de trabalho, apesar de aceitar ilustrar alguns livros.
Em 1943 é publicado Anthogy of comics, onde o seu trabalho é apresentado.
Em 1944 morre de cancro.

Só uma nota que achei interessante ao procurar fazer o percurso cronológico do seu trabalho.
Li que iniciou o seu trabalho artístico numa vertente mais decorativa e com o passar dos anos foi desenvolvendo o seu lado de historiadora visual. Reparei esse desenvolvimento nas seguintes imagens

A primeira é de 1916 a segunda de 1936. Espero-te para o próximo sábado, até lá, fica bem.

Artistas mulheres

e é sábado!.. Mas a ideia de este blog post iniciou-se lá no inicio da semana.

O que sucedeu?
Eu como todos os mortais neste planeta queimo tempo de vida a olhar para os post no facebook. Foi num momentos desses que atravessa-se no meu feed de noticias um post sobre artistas mulheres, criadoras de quadradinhos, dizia o artigo que não existiam, se existiam não tinham qualidade de desenho e só uma tinha sido diferente.

Homenagem a Marge criadora de Lulu


O discurso mais inflamado…
Eu já li, ouvi a versão do mesmo assunto em artistas plásticas. escritoras, e escultoras, cientistas, ceramistas eu sei lá.
A falta de conhecimento e um rápido julgamento adicionado com… Não vou por ai!
A história é na verdade sempre igual. Sim já estás a perceber que o assunto vai ficar mais afiado!

Afiado mas não tanto
Ainda não percebi porque quem se dá ao trabalho de escrever tais artigos, não iniciam com o reconhecimento da injustiça para com o género feminino. E como foram notáveis todas as que se destacaram e ficaram na história.

O que não ensinam na escola
Na verdade ,toda a história mundial feminina é ligeiramente diferente da masculina. Na história feminina há mais politica e mais cuidado com os povo e seus semelhantes.
Não vou aqui estender-me nas várias histórias de mulheres que desafiaram o estatuto da sua época, para poder exercer a uma profissão diferente daquela que a sociedade as obrigava, apesar de ser essa uma das razões de existirem tão poucas na história a outra razão foi uma manipulação na história para que os seus nomes não fossem lembrados. As que existiram foram autenticas pioneiras e arrojadas, e até excluídas por terem optado por exercer uma profissão e incomodaram tanto não conseguiram as tirar da história.

Deixo por aqui uma das histórias que sei, e esta levou-me ás gargalhadas:

Dale Messick uma das artistas de comic, criou um personagem feminino, Brenda Starr. Era baseada na Rita Hayworth , uma detetive sedutora e com muita acção. Dale recebia de vez em quando cartas de fan masculinos a pedir para que ela desenha-se a Brenda Starr numa posição mais ousada. E em resposta ela enviava a Brenda num barril nas cataratas do Niágara e com a pergunta se era uma posição suficientemente ousada para o fan.

Está decidido!
Depois de perceber este ocultismo decidi, fazer post para divulgar trabalho e vida de artistas mulheres.
São muitas e várias e o texto já vai longo, Por isso fica para a semana.


Vê também…